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Workshop de Abundância, Parte 1: O Que nos Ensinaram sobre Dinheiro

Written By Cláudia Rocha on 2 de outubro de 2017 | 20:02:00


Abundância




Desde o início da nossa vida que convivemos com esse tema omnipresente no mundo atual: dinheiro.

É preciso dinheiro para tudo, a não ser que vivamos numa comunidade alternativa, em que todos os bens são distribuídos livremente. No nosso sistema atual, precisamos de uma moeda de troca, para comprarmos tudo aquilo que necessitamos.

Não há necessidade de falar sobre o quanto este sistema é defeituoso por natureza, e que mais tarde ou mais cedo irá colapsar - isso é tema para outro post.

A verdade é que não importa se algo parece bom ou mau, ou a maneira em que os outros o aplicam. Apenas importa a maneira como nós usufruímos dessa coisa, ferramenta, ideia. Tudo o que vem de nós reflete a nossa atitude em relação àquilo - a nossa atitude vibracional, energética.

Os meus leitores certamente já se habituaram aos conceitos de vibração e energia aqui no blog, mas passo a explicar melhor em relação ao dinheiro e abundância:


Abundância




O que sentimos em relação ao dinheiro



Embora à primeira vista não pareça (mas para progredirmos no nosso caminho espiritual temos que ver além do visível...), dinheiro é vibração.

Não é algo físico por natureza, porque nada é. Tudo vem do imaterial, e por vezes isso pode parecer difícil, vivendo numa sociedade em que o material é sobrevalorizado.

Podemos ter várias evidências concretas de que o dinheiro está cada vez mais imaterial: contas bancárias, transações online, bitcoins. Tudo isso nos indica que nos afastamos cada vez mais de uma moeda física, para uma virtual, dita "imaginária" - mas ela existe.


Por isso, se os governos mundiais nos estão a adaptar gradualmente a uma circulação monetária virtual, porque não haveríamos de adaptar as nossas crenças para as de que o dinheiro é algo energético, e não algo propriamente palpável?

Podemos não ter nada nos bolsos, mas uma avultada quantia de bitcoins, por exemplo - por isso, porque é que o dinheiro físico faz alguma diferença? Porque é que ainda utilizamos expressões como: "tenho a carteira vazia"?

Por isso, penso que o primeiro passo para transformarmos a nossa visão do dinheiro é reconhecermos que ele não é físico. É algo muito mais amplo, flexível, multiplicável.

Agora, vem a parte mais complexa e profunda: como é que aprendemos a sentir-nos em relação ao dinheiro? Quando o tópico nos vem à mente, qual é o impulso emocional que temos?

Sim, a maneira como te sentes em relação ao dinheiro influencia 99% como este flui para a tua vida. Cada cêntimo que ganhaste ou gastaste, foi graças aos padrões mentais e emocionais que praticaste em relação a ele.

Todas as maneiras em que o ganhaste e gastaste, tiveram como origem aquilo que pensavas e sentias em relação ao tema "dinheiro".


Abundância




O mito da frivolidade



Para os conservadores de plantão, parece algo demasiado cliché e ganancioso falar sobre dinheiro, num blog sobre espiritualidade.

As pessoas mais inclinadas para temas relacionados com espiritualidade, dirão até que se tem disfarçado esta ganância com a palavra "abundância".

Há também aquela crença poeirenta de que os gurus e mestres - as nossas pontes de conhecimento entre o mundo espiritual e físico - nunca têm o desejo de dinheiro.


Pois como dizem os americanos: "I call bullshit on that one."

Sinceramente, eu gostaria muito de saber quem é que NÃO gosta de dinheiro. Quantas pessoas que lêem e ouvem sobre espiritualidade, em crianças, nunca sentiram alegria em receber mesada dos pais ou avós, e sentiram gosto genuíno em gastar a pequena fortuna. Quantos não sentiram entusiasmo em receber o primeiro salário. Ou quantos não aguardaram em antecipação por uma compra que fizeram, finalmente chegar à sua porta.

Tudo isto são provas de que o dinheiro é algo espiritual. Que é uma das nossas missões no mundo físico, porque a sua presença causa-nos alegria, prazer, entusiasmo, conforto!


Por isso é que, quando nos desligamos desta mentalidade de abundância, sentimos rancor por quem tem muito, raiva, frustração quando achamos que não temos o suficiente. Estes sentimentos negativos podem-se manifestar de diversas formas, e uma delas é a resignação a uma vida medíocre.

A prova disso é que há biliões de pessoas por todo o Mundo, que acham que o dinheiro é algo tão sujo e imoral, que mesmo trabalhando e destruindo lentamente a sua saúde mental, trocam horas por trocos.

Porque supostamente, trocos é algo digno, algo que nos faz morais e humildes. Porque supostamente, se temos (na maioria das vezes, quase) dinheiro para sobreviver e ter o mínimo de conforto, temos a vida que amamos.

Não descarto a preciosidade de uma família acolhedora, um teto aconchegante, comida quentinha no prato. Porém o que estou a dizer é que, nós merecemos mais do que isso. Aliás, nascemos para viver mais do que isso - e não para morrer enquanto pagamos contas.

Está na hora de transformar as nossas crenças sobre dinheiro, e de não nos contentarmos apenas com trocos. Está na hora de explorarmos, bem a fundo, quais as causas das nossas crenças limitantes sobre dinheiro, e porque raio é que achamos que é algo tão frio e tão destrutivo.



Abundância




Conta bancária recheada VS Abundância



Por último, gostaria de esclarecer as diferenças entre ser faminto por dinheiro, e ter o desejo de abundância.

Há uma grande equívoco no que toca ao verdadeiro conceito de desejo. Normalmente, o que se pensa em relação a desejar algo, é que não podemos ter esse algo.

"O meu maior desejo é viver numa ilha paradisíaca", por exemplo, implica o conceito abstrato de algo longínquo.

Quanto maior o desejo, mais distante e impossível parece. 

Por isso é que há tantos a quererem fortunas, mas que passam a vida a fazer o exato oposto daquilo que deveriam fazer para atraí-las. Com as suas crenças bloqueadoras de dinheiro, gritam aos quatro ventos: "Eu quero mais dinheiro!" e a sua vibração para o Universo é de escassez.

Também há pessoas que sempre juntaram grandes quantias de dinheiro, mas de alguma maneira, elas sempre desapareceram. Desvaneceram com o vento, tão rapidamente como entraram. Estas pessoas parecem nunca ter um tostão - e não têm - porque quase no momento em que o têm, gastam-no, com medo de perderem o dinheiro depois.

Estes dois exemplos que dei são casos extremos de pessoas com uma grande crise interna, no que toca à sua perceção de dinheiro.
Se conhecerem alguém assim, o meu conselho é que as tomem como uma espécie de "anti-exemplo". No workshop de abundância que estou a fazer aqui no blog, apenas posso dizer: não façam como elas! (ah, e já agora, não lhes emprestem dinheiro!

Atenção, todas as pessoas são bem intencionadas. Todas as pessoas que têm desejos, têm uma grande vontade de viver uma vida feliz, porém muitas vezes não sabem como fazê-lo, e devaneiam por aí a tomar ações sem entrarem primeiro em contacto com as suas emoções.

Por isso é que exalto a importância dos nossos padrões emocionais sobre dinheiro.

Há exemplos de pessoas que são ricas na conta bancária, mas paupérrimas em felicidade. Isto porque elas aprenderam a atrair dinheiro, mas não abundância.


Por isso, o que eu quero que vocês entendam é que sim, é possível atrair dinheiro e felicidade, mas apenas aprendendo a arte da abundância.


Aguardem por mais posts sobre o tema, e aqui vos espero.

Cláudia
Qualque ajuda que precisem ou dúvida que queiram tirar em relação a este tópico, por favor contactem vibehigh@hotmail.com



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