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Meditar Aumenta a Nossa Sensibilidade às Emoções

Written By Cláudia Rocha on 13 de setembro de 2017 | 14:00:00


Meditar




Todas as manhãs, ponho o alarme para 15 minutos, sento-me confortavelmente ou de pernas cruzadas e fecho os olhos. Durante esse tempo, não faço nada - apenas medito.

Normalmente, não uso meditações guiadas nem mantras, apenas fico quieta e em silêncio.

O meu objetivo é que todos os meus pensamentos se dirijam apenas para o ato de respirar, mas nunca é assim.

É verdade, a mente prega muitas partidas. No momento em que decidimos silenciá-la, é que nos damos conta do quanto ela faz barulho, por si própria.

É como uma conversa que estamos a ter connosco mesmos, e que continua mesmo quando não nos queremos ouvir.


Meditar



A meditação ensina-nos a reconhecer os nossos padrões de pensamento, e a relacioná-los com aquilo que sentimos no dia a dia.

Como normalmente os nossos pensamentos vêm em modo de piloto automático, assim também acontece com as nossas emoções. Sentimos aquilo que o nosso ambiente nos faz sentir, e o nosso ambiente tem sempre como origem aquilo que pensamos. Tudo o que acontece vem de dentro, mas se a criação dos acontecimentos for inconsciente e automática, então estaremos apenas a criar mais do mesmo.


A criação da tua vida começa no momento em que decides ser consciente dos teus pensamentos e emoções. E meditar é o processo mais eficaz para te dares conta dos teus padrões de vibração, e como estes influenciam a realidade em que vives.

Meditar




Por exemplo, decides começar a meditar. E é mesmo incómodo estar sem fazer nada, sem estímulos externos que te distraiam dos biliões de pensamentos que tens, e que nunca param. Então pensas: "de que é que adianta meditar, se é impossível calar a mente?" É verdade, é impossível calar a mente por completo. Quando estás acordado/consciente, estás sempre focado nalguma coisa, e aquilo a que dás a tua atenção é aquilo que estás a atrair para a tua vida.

Porém, aquilo que se aprende de mais valioso com a meditação é aprender a ser um filtro, não uma esponja.

O que é que isto significa?

Significa que aprendeste a dominar a tua frequência, a escolher o que queres pensar e sentir, neste momento. Já não és uma vítima das circunstâncias, porque estas já não têm poder sobre ti - sabes que podes simplesmente mudar a tua vibração (e mantê-la) e as circunstâncias mudam.
Mas de pensar por piloto automático até ser um criador consciente, é um grande passo - que requer foco, disciplina e muita fé. Sim, fé, porque fomos ensinados a reagir sempre àquilo que nos é apresentado, de determinada maneira. E viver contrariamente àquilo que nos ensinaram exige sabermos que o que estamos a praticar realmente resulta.

Ao aprenderes que é muito melhor seres tu a escolher como te queres sentir - em vez de simplesmente reagir emocionalmente a todas as coisas externas - entendes que criar a tua realidade é uma questão de hábito.

Inicialmente, todos os resultados serão internos, e as pessoas irão julgar-te por acharem que tens uma visão "demasiado otimista" da vida. Mas com a prática, e ao levares a meditação contigo para várias circunstâncias do dia a dia, percebes que a tua perspetiva se materializa, e que as coisas realmente se transformam, quando te decides transformar a partir de dentro.

Cláudia


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