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Desapego nos Relacionamentos: O Que Realmente Significa?

Written By Cláudia Rocha on 30 de junho de 2017 | 18:21:00


Distanciamento


O que significa, realmente, o desapego?

Há uma espécie de conflito interno que temos que resolver quando nos encontramos num relacionamento amoroso. Perguntamo-nos se a decisão que vamos tomar será em prol do outro, ou de nós mesmos.

O que acontece quando começamos a amar-nos mais é deixarmos de fazer esta pergunta e a ação que realmente queremos realizar fluir de maneira clara como água. Tornamo-nos a nossa prioridade.

Por isso a questão já não é agradar-me a mim ou ao outro, mas como nos agradar aos dois. Porque a minha felicidade já é o mais importante, mas e quando nos encontramos numa encruzilhada, e o nosso amor-próprio é colocado em teste mais uma vez depois de muito tempo?

Quem se ama e prioriza não é egoísta. Aliás, para viver num relacionamento iluminado e harmonioso, a felicidade tem sempre que partir de nós primeiro. Dedicamo-nos a nós, e o resto flui. 

O convívio com o teu parceiro/a reflete sempre diretamente o teu convívio contigo, com o teu mundo interno.

Tu estás sempre contigo, emites uma energia constante, que é sempre respondida pelas circunstâncias externas.

O relacionamento mais importante é sempre o teu, contigo mesmo.

Amor incondicional é quando nos amamos de maneira tão pura, que onde o outro se encontra não importa. Sentimos amor, e queremos apenas deixar isso transparecer: sem porquês, sem satisfações, sem culpas. Apenas amor puro.


Distanciamento


Apenas podemos dar aquilo que temos, e aquilo que o outro estiver pronto a receber.

Por isso, se por vezes demonstras amor e carinho pelo teu parceiro, e mesmo assim ele não retribui, respeita o espaço dele/a, porque isso é sinal que ainda não encontrou paz no seu mundo interno.

Desapego significa: onde os outros se encontram não é problema meu. Apenas quero amar e ser feliz, quer se juntem a mim ou não.

E isto dá-nos uma liberdade incrível, quer nos relacionamentos amorosos, quer nas amizades ou relações familiares. Não precisamos que ninguém nos dê permissão para nos sentirmos bem, ou que nos mostrem que somos merecedores de amor. Apenas sabemos isso naturalmente e praticamos isso o melhor que conseguimos.

Há um conceito errado que é associado ao amor-próprio: egoísmo. Gostas mais de ti do que dos outros, por isso és egoísta.

Pois bem, a verdade é que se queres transcender as condições impostas pela sociedade e cultura do medo, sê egoísta! Se egoísta é pensar sempre em mim primeiro, escolher cada parte da realidade a que dou a minha atenção porque é o que me faz sentir bem, e descartar tudo o que não faz...então eu sou egoísta, com muito orgulho!

O que acontece quando deixamos de lado a carência?

Tornamo-nos nos melhores parceiros que conseguimos ser, melhoramo-nos constantemente e somos sempre a nossa melhor versão. Providenciamos amor, apoio e carinho incondicional, mas ao mesmo tempo sempre com a consciência de que nenhum relacionamento é mais importante do que aquele que temos connosco. Tornamo-nos capazes de amar, mas com a força de discernir sempre aquilo que preferimos.

Cláudia

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