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Sintonizando no Amor e Transcendendo a Cultura do Medo

Written By Cláudia Rocha on 31 de maio de 2017 | 11:09:00


Amor

Sobre as emoções


A transformação mais importante (e a única) que precisamos fazer é a emocional.

Mudando os nossos padrões emocionais, mudamos toda a nossa vida.

As emoções são o nosso GPS interno, que nos indicam onde nos encontramos em relação a onde queremos ir. Sim, os nossos desejos são importantes e no momento em que os temos estabelecemos um caminho a seguir, e encontramo-nos no ponto de partida para algo mais.

Somos a energia da criação, essa é a nossa essência. Somos uma extensão do Universo, e viemos para viver com maior riqueza, através dos sentidos físicos, aquilo que criamos. 

Aquilo que queremos é aquilo que criamos, e o rumo natural seria viver isso. Porém, não é isto que acontece. Isto porque, como mencionei no post anterior, normalmente desejar algo significa à partida não o ter.

O nosso padrão emocional em relação ao conceito de "desejo" é ausência. 


Amor



Fomos programados para pensar assim


Há uma razão pela qual as pessoas têm opiniões semelhantes acerca dos mesmos assuntos. 

Não é porque crescemos no mesmo país, continente ou planeta que temos mentalidades semelhantes sobre, por exemplo, dinheiro.

É um facto que a maior parte do Mundo acha que o dinheiro é escasso e é preciso lutarmos para termos "a nossa parte". Se perguntarmos a qualquer pessoa porque pensa assim, ela responderá: "Porque é verdade."

E porque é que é verdade? Ora, porque as notícias dizem! 

Todos os dias somos bombardeados com acontecimentos negativos sobre dinheiro, política, condições de vida, entre outros.

Porque precisamos de saber isso? Ora, porque precisamos estar informados. Supostamente.

Mas demasiada informação é debilitante para a nossa estabilidade emocional. Um excesso de atenção a coisas que nos fazem sentir drenados emocionalmente pode condicionar-nos a um estado de negatividade perpétua.

Por isso, não, não precisamos saber de tudo o tempo todo, ter uma opinião sobre as coisas só porque nos dizem para ter.

Fomos expostos, desde a infância, a um condicionamento à negatividade. Fomos programados para nos sentirmos drenados.

Esta é a cultura do medo. O conjunto de entidades que escolhe as informações que são dadas ao público e que têm determinada carga emocional, para que assim nos mantenham dopados e com medo.


Amor



O medo de ser feliz


A única maneira de eliminarmos as emoções negativas - como a incerteza, a insegurança, a apatia, a decepção, a depressão - é sintonizando-nos em emoções positivas.

Há um grande poder em sentirmo-nos bem. Isto porque, quando nos sentimos mal, não é pela presença de coisas más, mas pela nossa atenção à ausência de coisas boas.

Nós queremos tanto que as coisas corram bem, que acontecimentos bons prevaleçam, que haja paz no Mundo. Por nos terem ensinado que o Mundo é mau, nós damos mais atenção à ausência das coisas boas do que à presença. Achamos que o que corre mal é mais importante do que aquilo que corre bem.

Por isso é que tanta gente tem medo de experimentar ser feliz, mesmo sem nada de extraordinário estar a acontecer. A pessoa teme dar atenção às poucas coisas boas que estão a acontecer na sua vida, por medo que estas desapareçam.

Quantas vezes ouvi isto: "Tenho medo de ser feliz porque assim que sou feliz algo de mau acontece."

Isto é a cultura do medo em ação. A pessoa que profere este tipo de afirmação tem um sério desprogramar a fazer.


Amor



Como desprogramar?


Como mencionei anteriormente, apenas podemos eliminar alguma coisa, dando a nossa atenção a outra.

Isto porque não podemos efetivamente "eliminar" algo, porque o Universo em que vivemos funciona sob a Lei da Atração, que é a lei da inclusão - ou seja, tudo o que sempre existiu existirá sempre, e a cada pessoa cabe incluir na nossa vida aquilo a que dirige a sua energia.

A solução está em usarmos a nossa energia sabiamente, filtrando o melhor em todos os momentos.

Não é fácil começar a fazer isso, eu sei, especialmente nos primeiros dias. 

É um trabalho interno quase constante, que requer consciência, foco, disciplina e alguma paciência. Mas vale muito a pena, basta sentir. 

Quando começamos a meditar, por exemplo. Nos primeiros dias é difícil até ficar um minuto sem fazer nem pensar nada, e ficamos frustrados quando nos damos conta de que a nossa mente é inundada por um turbilhão de coisas. Mas no espaço entre esses pensamentos, sentimos também aquele vazio bom, aquele relaxamento de simplesmente existir, sem precisar justificar a nossa existência.

Sentir isso por nós mesmos não tem preço.

Sentirmo-nos melhor sem algo precisar de acontecer é o maior poder que podemos cultivar.

É o poder mais importante, um dom necessário se queremos viver a vida que desejamos.

Porque não se trata de trazer o que queremos para nós, trata-se de nos tornarmos mestres na arte de receber, porque o Universo trata de todos os detalhes. Basta sentir. Quando sentimos que tudo está bem, entendemos que é assim que a vida realmente é.

Não precisamos consertar nada, nem viemos para isso. Viemos para viver a nossa criação. Para transcender o que já está feito e permitir o que está por vir.

Reprogramar as nossas emoções não é fácil a princípio, mas é o caminho mais fácil no fim, porque estaremos a mudar toda a nossa perspetiva de vida e de nós mesmos, um momento de cada vez, e quando olharmos para trás perceberemos a quantidade de medos desnecessários que ficaram no caminho.

É libertador. É o que viemos realmente fazer. 



Espero que tenham gostado do post, e estou disponível para qualquer dúvida ou desabafo que tenham. O email do blog é vibehigh@hotmail.com

Cláudia



















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