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A Dor Transformadora: A Importância de Viver a Tristeza

Written By Cláudia Rocha on 19 de janeiro de 2017 | 15:27:00

Acredito que somente quem viveu e sentiu intensamente períodos de grande tristeza é que pode experienciar verdadeiramente a Felicidade. 


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As decisões mais importantes que tomamos não são aquelas que marcam uma mudança de hábitos e atitudes, mas as que mudam como somos. 

Tudo parte de como pensamos e como nos sentimos num determinado momento. Por isso qualquer ação tomada é fruto de como somos, da frequência em que nos encontramos.


Assim, para agir em conformidade com a vida que desejamos, temos de estar sintonizados com a perspetiva que nos permite ver que esta vida é possível. Ou seja, para tomar ações que nos levem aonde queremos chegar, temos de estar inspirados para concretizá-las, e essa inspiração só é atingida numa mentalidade mais positiva e em que temos certeza do nosso potencial.



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Por isso, de nada adianta agirmos sem a inspiração - que sentimentos como a paixão nos proporciona - e tentarmos enganar o Universo que achamos que vamos conseguir o que queremos.

Não temos que merecer nada através da ação, porque nascemos merecedores de tudo aquilo que desejarmos e que nos causa a expansão e traz mais Felicidade para a nossa vida.

O processo de permissão e mudança da nossa frequência para uma mais positiva e que mais nos serve é um processo constante, um trabalho que deve ser feito a cada momento do dia.

Porém, não é tão fácil quanto parece, especialmente no início.

Muito se fala que a Lei da Atração é uma filosofia New Age, uma corrente de pensamento que apela à ilusão, à descontração em demasia e que deixa o indivíduo mais apático que o resto das pessoas.


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Também há preconceitos acerca da Espiritualidade e do processo de Iluminação. A maior parte do mundo ocidental pensa que um ser que atingiu a iluminação espiritual é alguém que passou a ser um recluso, dedicando-se inteiramente a práticas como a meditação e outras maneiras de silenciar a mente.

Mas nada disto é assim. Ser espiritualmente consciente é tomarmos a decisão de deixar para trás limitações que a sociedade nos impôs, largar velhos conceitos que não nos servem.

E não é nada simples. Crescemos a pensar de uma maneira, repetindo padrões que nos ensinaram, e chegar à conclusão que tudo isso nos limitava e impedia de viver uma vida mais feliz, abundante e livre é muito doloroso.

Por isso, alguém que toma a decisão de ser feliz por si próprio, e não à espera que a sua vida mude, vai passar por um processo de destruição: destruição de conceitos limitantes, de amizades superficiais, do seu velho modo de vida.


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Conheço várias pessoas que tomaram a decisão de viver como realmente desejam, de se sentirem bem mesmo sem a aprovação dos outros. E não houve nenhuma delas que não tenha passado por esse processo de destruição.

Normalmente essa fase de "limpeza" vem acompanhada de um sentimento de grande melancolia, confusão ou angústia - ou todos ao mesmo tempo.

Até parece que essa tristeza surgiu dentro de nós por causa do que aconteceu, mas não: apenas a sentimos como nunca antes porque nos tornámos mais sensíveis, mais cientes da maneira como nos sentimos. Isto é bom sinal.


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Nem toda a gente viveu uma tristeza profunda, daquelas bem intensas que dão vontade de chorar em momentos aleatórios, que param o teu corpo e te drenam a energia, que te fazem ver a vida a preto e branco porque te esqueces sequer do que realmente gostas.

O meu conselho para quem está a sentir essa tristeza é: aceita-a como o momento em que te encontras neste momento. É perfeitamente normal sentires-te mal, e se não te sentisses assim não terias tanta vontade de te sentir bem.


Os maiores artistas foram aqueles que transformaram a tristeza em declarações transparentes, em refúgios improvisados que lhes mostraram que qualquer experiência é uma oportunidade para criar.

Os momentos tristes são uma oportunidade para crescer, para sabermos que perguntas fazer, e estarmos prontos para receber as respostas.

São os momentos em que nos ajoelhamos e baixamos a cabeça, finalmente rendendo-nos à falta de controlo sobre todas as circunstâncias, e tomamos a decisão que vamos controlar a rédea dos nossos pensamentos e emoções.


Não há momento mais crucial para começarmos a ouvir a nossa voz interior, para a qual estávamos surdos há tanto tempo.

A dor transforma a vida, e é a cura para a ignorância. Ignorámos o poder que tínhamos de nos curar, por isso a dor veio para nos relembrar, para pôr este poder em prática.

Cláudia




 





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