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Entre a Calmaria e a Tempestade: Prazer, Eu.

Written By Cláudia Rocha on 19 de setembro de 2016 | 00:27:00


Neste post vou falar um pouquinho sobre mim. 

Ainda hoje pensei: “Hmm…será que eu me amo como sou?” Ao que me respondi: “Claro tonta, tu já passaste por uma metamorfose total de te odiares e agora estás em paz contigo” (sim, eu falo comigo mesma como se fosse duas pessoas ao mesmo tempo).

Mas estar em paz com/aceitar não é o mesmo que amar. Por isso, eu não sei se me amo, ou talvez sim, mas não em todos os momentos. De qualquer maneira, creio que não seja possível amar em TODOS os momentos – eu não sou nenhuma espécie de deusa.

Ou será que sou? Se eu tenho o poder de viver exatamente a vida que desejo, e tenho consciência disso, porque não haveria de me considerar uma espécie de super heroína?

Porque não pratico os meus poderes totalmente.

Prazer, esta sou eu. Aquariana com emoções borbulhantes de Áries. Sonhadora com preguiça de arrumar até a casa. Jovem com alma velha.


São inúmeras as contrariedades que me compõem. 

Tenho opiniões fervorosas sobre tudo, mas a mente aberta a mudar de ideias quando algo mais credível surge. Não tenho nenhuma amizade próxima mas, quando tenho, dou-me ao luxo de cortar o contacto quando vejo que apenas trazem toxicidade.

Sou uma loba solitária, apaixonada por “coisas espirituais”, como meditar, yoga, lei da atração, contactos com o superior…e posso ficar de cara feia só porque não encontro a minha tshirt preferida em lado nenhum.

Sou as mesquinhices de uma adolescente com as epifanias de uma adulta…e talvez um pouco da resmunguice de uma idosa.


Parece que vivi demais e estou cansada…devo ter sido guerreira na vida anterior. Mas a astróloga disse que muito provavelmente fui uma pessoa de muito poder, uma opressora, e que isso explica a minha incapacidade de dizer mal seja de quem for.

Foi defeito de fabrico. Sou imune à fofoquice e repelo-a…o que me torna alérgica também a pessoas socialmente normais.

Prefiro os loucos. Mas repeli-os também, porque a vibração que emito é de uma contrariedade tal que vejo de tudo um pouco, sem manter ninguém (para já).

Sou fria e apática. Acho que encarnei numa sociedade que parece cultivar a indiferença e as opiniões. Por isso, a minha zona de conforto passa por fingir que sou parte da multidão.

…Mas não sou. E ao mesmo tempo, sou uma tempestade de várias coisas aprendidas e engarrafadas – talvez em textos, em conversas na minha própria mente, visões que ainda não vivi.

Elas estão guardadas, para explodirem a qualquer momento e toda a gente ver, espantar-se e olhar para mim depois de tudo isso e ver que eu continuo zen.

Eu guardo, surpreendo, e acalmo de novo, só para acontecer tudo outra vez, por essa ordem. Sou entre a calmaria e tempestade – prazer, eu.


Cláudia 





2 comentários:

  1. "Parece que vivi demais e estou cansada…" por vezes me sinto assim. Sinto também como se em outras vidas eu tenha sido uma pessoa horrível, tanto que nessa oportunidade procuro cultivar o amor universal. Sinto como se essa fosse minha missão a qual eu não posso mais tardar. É misterioso o caminho do autoconhecimento. Por mais que pensamos conhecer muito sobre nós mesmos ainda há muito a ser descoberto. Porém, confio no fato de que somos imperfeitos em querer ser perfeitos quando tudo que há é somente perfeição. Paradoxal, mas é algo como somos nada e tudo ao mesmo tempo. Nada por não nos conhecermos totalmente, e tudo por ser manifestação dessa Energia magnifica que nos mantém em pé.
    Abraçz

    http://motivospeloquaisestoufelizhoje.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Exato! É um caminho constante e vai haver sempre mais a descobrir...mas tudo bem, porque esta extensão física é simplesmente a ponta do icebergue do que somos realmente: amor. Gratidão ^_^

      Eliminar

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