Processo de Visualização (Retirado do Livro “Peça e Será Atendido")

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Quero partilhar convosco um dos primeiros processos que comecei a usar para testar a Lei da Atração e manifestar resultados físicos através da mente.

Muitas pessoas ficam céticas no que toca à eficácia de imaginar e concretizar os nossos desejos, porque acha que isso é uma fantasia, algo absurdo e quase impossível.

Mas esquecem-se que o Ser Humano é uma criatura que transforma sonhos e ideias em matéria. O Ser Humano não apenas é comparável a Deus (ou o que quer que queiram chamar à entidade criadora) como ele é Deus. Nós viemos para sonhar.

Os sonhadores mais distintos foram aqueles que se atreveram a visionar coisas grandes para além do que parecia possível na sua época. Eles ultrapassaram barreiras, condicionantes físicas, imposições sociais.

Como disse o brilhante Kerouac, “podemos venerá-los ou condená-los, mas as únicas pessoas que acreditam que podem mudar o Mundo são aquelas que conseguem.”

É do reino da imaginação que tudo nasce, e para toda a criação há um criador.

A Lei da Atração funciona pela premissa do “semelhante atrai semelhante”, mas nada que seja externo ao criador da sua experiência (eu crio a minha vida, tu crias a tua) tem qualquer influência a não ser se nós dermos o nosso pensamento a isso.

Tens constantemente desejos, fizeste escolhas sobre variados temas, e em determinada altura da tua vida pensas: “está na altura de pôr mãos à obra e conquistar isto”.

Mas depois desiludes-te porque afinal aquilo era demasiado grande para onde estás agora, e voltas à viver uma vida de pensamentos automatizados – diferentes pessoas e diferentes lugares, mas o que acontece acaba por ser sempre o mesmo.

Convido-te para experimentares a sensação de criar a tua vida de novo, mergulhar na tua imaginação e dar-lhe mais importância do que antes.

Apresento o processo de Abraham-Hicks retirado do livro “Peça e Será Atendido”, ao qual eles chamam o processo de “realidade virtual”.

Estabelece a intenção de visualizar pelo prazer de visualizar: isto significa fechar os olhos e focar toda a tua atenção num cenário à tua escolha. Tu és o realizador do filme, e escolhes todos os detalhes que compõem o que vais viver.

Não precisa de ser algo imaginado, pode ser uma experiência que já tenhas vivido e que seja especialmente agradável, e tu queiras repeti-la e vivê-la na tua mente.

Escolhe um lugar. Pode ser um que já tenhas estado, ou da tua própria criação. Pode ter a temperatura que desejares, a que for mais prazerosa para viver este cenário.

Saboreia as sensações. Imagina o aroma do ar, as cores dos elementos, o sabor da comida, qualquer coisa. Desperta todas as sensações que te ocorrerem que fazem desta visualização mais feliz.

Finalmente, escolhe a companhia. Com quem estás? Se estás sozinho, o que estás a fazer? Se estás com um amigo, do que estão a falar?

Entra na onda desta doce visualização até atingires, pelo menos, uma sensação de mais alívio.

Pode ser que imaginar um momento feliz te desperte sensações de entusiasmo, gratidão, ternura, e estas sensações são um sinal muito forte de que estás no caminho certo.

Quanto melhor te sentires, mais eficaz está a ser, e mais perto estás de receber algo na tua vida que te vai fazer sentir dessa maneira.

Repete este processo quantas vezes quiseres, mas sempre com esta regra: assim que um sentimento positivo despertar, pára a visualização.

Isto porque a visualização deve ser usada para alcançar esse sentimento, e só. A partir do momento em que começamos a pensar no “como”, no “quando” e todas as perguntas que colocam em dúvida a nossa visão, estamos a bloquear o nosso próprio progresso.

Este processo serve para treinarmos a nossa frequência a ser alta e recetiva a bons sentimentos. Estamos a habituar-nos a sentirmo-nos bem.

Com a prática, vai ficando mais fácil, e não tarda sentimos um humor incrível sem precisar de ir à nossa imaginação buscar cenários agradáveis.

Este hábito também pode ser usado para concretizar desejos específicos, mas devemos começar com coisas pequenas e fáceis de imaginar.

Divirtam-se,

Cláudia

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