Dinheiro é Felicidade

by - 11:04:00

Não se deixem enganar pelo título – dinheiro não traz Felicidade. É a Felicidade que traz dinheiro.
Como assim?
Tudo o que existe fisicamente começou primeiro como vibração, incluindo o dinheiro. Dependendo do estado emocional do recetor, mais ou menos quantidade flui. 
Se o foco está na ausência de dinheiro, no sentimento de perda, de frustração, de incapacidade, o dinheiro que atraímos reflete isso mesmo.
Se a atenção está virada para a abundância, a boa fortuna, a gratidão, a felicidade, a nossa conta bancária vai evidenciar o nosso estado de receber.
Permitir e receber o que queremos na vida tem a ver com deixar. As nossas emoções dizem-nos exatamente onde estamos em relação ao nosso desejo. É por isso que, quando nos sentimos bem, sentimos que tudo está bem, independentemente de como estejam a correr as coisas.
Parece simples, mas há implicações que bloqueiam a facilidade do processo. Estas têm como raiz as crenças que a sociedade nos impôs: coisas como “O dinheiro não nasce nas árvores.”

Este tipo de crenças, que absorvemos inconscientemente logo quando éramos crianças, moldou-nos a ver o dinheiro como algo negativo.

Se nos sentimos mal acerca de dinheiro, se achamos que é preciso esforço e sacrifício para consegui-lo, assim será. Por isso é que, mesmo depois de tanto esforço e sacrifício, nunca parecemos ter o suficiente.
Depois há aqueles casos à parte.
Há aquelas pessoas que estão de bem com tudo: não reclamam de nada, têm um sorriso na cara quando falamos com elas, apreciam as coisas simples da vida. Conheço algumas pessoas assim.

O que vejo em comum em todas elas, é a sua visão do dinheiro. Para eles, viver bem é fácil, e não é preciso nada além do que se têm à nossa volta.

Qualquer coisa que queiramos, basta selecionarmos de entre as opções à nossa volta, e pelo menos alguma delas será o caminho para mais melhoria.
Aí está a chave: não é preciso nada! Não há nada a controlar, nenhum elemento fora de nós que precisamos forçar.

Se dizem que o trabalho árduo e fazer o que não nos apetece fazer é a chave para mais dinheiro, é porque existe uma necessidade enorme de controlar as circunstâncias externas.

Mas este pensamento é erróneo! Nós não somos Deus, não podemos mudar os acontecimentos de forma a que estes nos satisfaçam, não podemos fazer as pessoas acreditarem em nós.

Não é preciso controlar nada, nem sequer quanto dinheiro flui na nossa vida – estes trabalhos de grande escala cabem ao Universo. O Universo é o manager das circunstâncias, das pessoas, dos acontecimentos.

É por isso que as pessoas reclamam que tentam uma coisa várias vezes e de diferentes maneiras, mas o resultado é o mesmo. É o Universo que responde ao que acreditamos.

Se uma pessoa acredita que dinheiro é resultado de tristeza, lutas, às vezes até passar por cima dos outros, assim será. Não importa se alguma vez a pessoa experimentar agir diferente, porque uma ação sem inspiração leva a mais do mesmo.

Não precisamos de mais nada do que nós mesmos. Há uma “moeda de troca” vibracional – não se vê, não se toca, não se gasta, mas sente-se. É a permissão. Quanto mais tu permites, mais recebes. A chave é deixar ir.

Quanto mais feliz fores, mais deixas entrar. Ao seres, tu próprio, a energia da Abundância, tudo o que tens já vai ser suficiente.

E a melhor parte? Ainda mais riqueza vai entrar. Isto porque percebes que o poder de criar a tua vida manifesta-se em mais maneiras do que dinheiro.

Circunstâncias, pessoas, experiências que te fazem sentir mais rico do que o dinheiro alguma vez faria. A Felicidade, quanto mais se gasta, mais se ganha.

Quando tomares consciência do poder que tens sobre o fluir do dinheiro na tua vida, o dinheiro vai ser o reflexo perfeito da tua felicidade.




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