Home » , , » Desistir da Necessidade de Agradar os Outros

Desistir da Necessidade de Agradar os Outros

Written By Cláudia Rocha on 10 de junho de 2016 | 14:13:00

Somos naturalmente generosos. Queremos ensinar, inspirar, dar sem precisar de receber.


Mas não se pode dar o que não temos, ou a quem nos obriga a ajudar sem ser de livre vontade. Não somos escravos, mas sabemos que toda a gente merece a nossa atenção positiva.

Como sair do círculo vicioso de tentar agradar? Quem precisa mais de ajuda num momento negativo - nós ou os outros?


No filme Little Miss Sunshine, uma família disfuncional decide viajar centenas de quilómetros para que a pequena Olive participe num concurso de beleza.

O seu irmão Dwayne, no final do filme, chega à conclusão que tudo é um concurso de beleza - a primária, a faculdade, o emprego. Tudo na vida parece obrigar-nos a agradar os outros

Tal como num concurso de beleza, temos de parecer perfeitos e encaixados num grupo.

Mas nem toda a gente é igual, e é ilógico pensar que temos de superar uma prova para que os outros nos digam se somos dignos ou não.

Todos somos dignos de vencer, de ser felizes, amados. Não precisamos de uma coroa, um diploma, um elogio. Não precisamos sequer de ter um alargado grupo de amigos.

Cada um deve ser como é realmente. Deve agir como quer e quando quer. E todos nós temos a maneira certa de agir, porque é a que nos sabe bem nesse momento.

Para seres tu mesmo, deves largar a ideia que os outros podem ter de ti - porque "uns vão amar-te, outros vão odiar-te: e nada disso terá a ver contigo".

O que os outros pensam de ti não tem nada a ver com o que tu fazes ou como és - mas como eles são. Quer tu tentes agradar quer não, toda a gente terá sempre uma opinião diferente.

E não é de opiniões que se faz a vida - mas de exemplos. O que conta sempre é a maneira como te sentes. Se sentes que não estás a ser tu mesmo, se achas que estás a fingir algo, pára agora.

Larga a corrente, esquece agradar a plateia. Agrada-te a ti mesmo, faz o que amas. E o critério para o fazeres é quão bem te sentes a fazê-lo.

E vai chegar a altura em que te sentes tão bem contigo, tão vivo, tão amado por ti mesmo, que vais ver o Mundo através dessa perspetiva - a perspetiva verdadeira.

A verdadeira maneira de ver a vida, a maneira mais correta de ser, é aquela em que te sentes melhor.

E alguém te vai dizer: "isso foi inapropriado" ou "devias ter feito assim". E tu vais responder: "mas se eu escolhi isto foi porque achei o melhor para mim".

Lembrete importante: estás a fazer tudo certo neste momento da tua vida. Quer te sintas deprimido ou feliz, aborrecido ou entusiasmado - as tuas escolhas são honestas porque refletem sempre onde estás.

Cláudia

0 comentários:

Enviar um comentário

Página oficial

Subscreve à newsletter

Artigo em destaque

Como Usar a Lei da Atração: O Segredo na Prática >> PDF Gratuito

Para aqueles que querem aprender os básicos sobre a Lei da Atração e como usá-la para criar a vida que deseja, escrevi um livro que exp...

Envia-me uma mensagem

Nome

Email *

Mensagem *

Seguidores

Instagram